Hoje eu ganhei um presente, e com muita alegria transformei esse presente em poesia. Não me lembro quando foi a última vez que eu escrevi uma... fazem anos.
Eu estava quase chegando no meu ponto, quando olhei do onibus o asfalto molhado.
Olhei um poste de iluminação, e através da luz vi as gotinhas lindas e brilhosas
caindo do céu.
Quando me levantei para descer, vi um colega que eu fiz a uns meses atrás.
Seu nome é Franscisco.
E fazia um tempo que não via Franscisco.
Ontem eu vi ele, mas não tive a oportunidade nem de dar oi.
Mas hoje conversamos, e eu o acompanhei até quase a esquina da casa dele.
Meia quadra do lugar onde eu atravesso a avenida.
Já estava chovendo um pouco, mas quis acompanha-lo, porque ele sempre
me diz coisas legais... Um dia falo um pouco mais dele.
E enquanto eu caminhava, com passos calmos, para poder acompanha-lo,
eu sentia aquela alegria de estar sentindo a chuva caindo por onde eu passava.
E ele dizia: Atravessa menina...
Mas eu queria caminhar nos passos daquele homem com nome de um Mestre,
e que indiretamente me dava a oportunidade de receber o presente chamado chuva...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Copiei do Facebook do Victor Garofano
"O paradeiro do que eramos com alguém quando estamos apaixonados ninguém sabe explicar. Pois às vezes o que sobra de um par são dois estranhos que de uma hora pra outra não conseguem mais dialogar."
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
...
Hoje é um dia tipico daqueles que bate uma falta de se ter um portão pra bater e dizer: Bora dá um rolê de skate amiga? Ganhar um abraço e a pessoa perguntar, mas cadê seu skate? E num susto lembrar que esqueceu o skate em casa...e sair correndo dando risada, até chegar em casa de novo pegar o skate e andar, andar e andar...e continuar dando risada anos depois.
Ou então receber uma ligação dizendo: Estamos passando aí pra te pegar, e entrar no carro e ver que tem alguém cantando Pato Fú pra te alegrar.
Ou ainda não ter o que fazer num calor de 47 graus, depois da aula e pegar um onibus, tomar banho de cachoeira de uniforme e no final da tarde voltar e passar na pista de skate, tendo a certeza que alguém conhecido rola de encontrar pra trocar uma idéia.
Reunir amigas em casa,fazer bagunça, e cozinhar pra elas... e mesmo a comida estando estranha, elas dizerem amiga, tá gostosa! Simplesmente porque elas sabem que foi feito com carinho.
Esses momentos já fazem alguns anos. E entre esse anos aconteceram coisas lindas.
E continuam acontecendo. Pessoas indo e vindo da minha vida e pessoas permanecendo.
Mas hoje, especificamente hoje, não sei se quero me encontrar com pessoas que convivo atualmente... talvez eu queira assistir um filme sozinha, e sozinha me bastar a própria compania.
Sem ter que ir atrás, ou pedir a compania de ninguém.
Porque hoje, por diversos motivos, não vejo que tenha alguém disponivel pra compartilhar momento tão simples e tão bons como esses que citei.
Ou talvez, por diversos motivos, não vejo que eu esteja disponivel pra compartilhar
momomentos tão simples e tão bons como esses que citei...
Tudo passa. E amanhã é outro dia.
Ou então receber uma ligação dizendo: Estamos passando aí pra te pegar, e entrar no carro e ver que tem alguém cantando Pato Fú pra te alegrar.
Ou ainda não ter o que fazer num calor de 47 graus, depois da aula e pegar um onibus, tomar banho de cachoeira de uniforme e no final da tarde voltar e passar na pista de skate, tendo a certeza que alguém conhecido rola de encontrar pra trocar uma idéia.
Reunir amigas em casa,fazer bagunça, e cozinhar pra elas... e mesmo a comida estando estranha, elas dizerem amiga, tá gostosa! Simplesmente porque elas sabem que foi feito com carinho.
Esses momentos já fazem alguns anos. E entre esse anos aconteceram coisas lindas.
E continuam acontecendo. Pessoas indo e vindo da minha vida e pessoas permanecendo.
Mas hoje, especificamente hoje, não sei se quero me encontrar com pessoas que convivo atualmente... talvez eu queira assistir um filme sozinha, e sozinha me bastar a própria compania.
Sem ter que ir atrás, ou pedir a compania de ninguém.
Porque hoje, por diversos motivos, não vejo que tenha alguém disponivel pra compartilhar momento tão simples e tão bons como esses que citei.
Ou talvez, por diversos motivos, não vejo que eu esteja disponivel pra compartilhar
momomentos tão simples e tão bons como esses que citei...
Tudo passa. E amanhã é outro dia.
Eni, minha madrinha.
Essa noite eu sonhei com a minha madrinha,
e foi importante poder me reencontrar com ela.
Sentir que apesar de muitos anos, eu ainda tenho condições
de manter esse contato.
Ela faleceu quando eu era bem pequena, tenho algumas recordações
de infância.
Minha mãe trabalhava, e me deixava com ela.
Tenho imagens daquela casa com pouca iluminação,
com um quarto cor de rosa e uma cama de coração onde a Kiki dormia...
Um quarto com muita bagunça, bem tipico de quarto de menino,
onde o Jean e o Alex dormiam. Eram os filhos dela.
Lembro que eles andavam de roller...
Lembro também, que antes de chegar na cozinha, tinha
uma sala com uma mesa de madeira amarelo claro, pesada.
Daquelas antigas.
Um dia, lembro que eu estava sentada nessa mesa, e ela me trouxe
um prato com farofa, farofa de ovo com cebola.
Nem imaginava que existia veganismo. rsrs
Teve um dia também que eu estava dormindo na cama de coração,
no quarto rosa da Kiki.
E meus pais chegaram de carro,
e eu acordei ao escutar o barulho do carro deles.
Na epoca meu pai ficava com a Renata nos finais de semana.
Uma irmã por parte de pai, uns dois anos mais velha que eu.
E eu acordei e fui ver pela janelinha.
Não sei quanto tempo depois ela morreu.
Mas acho que não se passou muito tempo.
Eu era pequena...
Mas lembro da minha mãe na salinha de estudos de casa,
recebendo uma ligação, e ela chorava por causa da noticia.
Acho que essa foi a primeira vez que eu consegui
entender, ainda que superficialmente o fato de alguém morrer.
E a falta que faz quando alguém querido morre.
Uma vez em campinas,quando a Pollyanna nasceu,
eu estava deitada no sofá,
era a casinha dos fundos, da casa da Tia Ana Maria,
onde a Fanny e o Thieres moravam, eu fiquei pensando
na minha querida Eni.
Ao mesmo tempo que eu chorava quetinha, sentindo a falta dela,
eu também a sentia presente.
E ela estava...
Assim como hoje.
Ao acordar, num primeiro momento, eu sabia que havia tido um sonho.
Mas eu não recordava com o que havia sonhado.
Então eu permaneci na cama por alguns minutos...e me recordei.
Agradeci pela oportunidade de ter tido ela presente no meu sonho.
A guardarei no meu coração.
E sempre que ela quiser ela será bem vinda nos meus sonhos.
Porque sonhar, é acordar-se para dentro.
e foi importante poder me reencontrar com ela.
Sentir que apesar de muitos anos, eu ainda tenho condições
de manter esse contato.
Ela faleceu quando eu era bem pequena, tenho algumas recordações
de infância.
Minha mãe trabalhava, e me deixava com ela.
Tenho imagens daquela casa com pouca iluminação,
com um quarto cor de rosa e uma cama de coração onde a Kiki dormia...
Um quarto com muita bagunça, bem tipico de quarto de menino,
onde o Jean e o Alex dormiam. Eram os filhos dela.
Lembro que eles andavam de roller...
Lembro também, que antes de chegar na cozinha, tinha
uma sala com uma mesa de madeira amarelo claro, pesada.
Daquelas antigas.
Um dia, lembro que eu estava sentada nessa mesa, e ela me trouxe
um prato com farofa, farofa de ovo com cebola.
Nem imaginava que existia veganismo. rsrs
Teve um dia também que eu estava dormindo na cama de coração,
no quarto rosa da Kiki.
E meus pais chegaram de carro,
e eu acordei ao escutar o barulho do carro deles.
Na epoca meu pai ficava com a Renata nos finais de semana.
Uma irmã por parte de pai, uns dois anos mais velha que eu.
E eu acordei e fui ver pela janelinha.
Não sei quanto tempo depois ela morreu.
Mas acho que não se passou muito tempo.
Eu era pequena...
Mas lembro da minha mãe na salinha de estudos de casa,
recebendo uma ligação, e ela chorava por causa da noticia.
Acho que essa foi a primeira vez que eu consegui
entender, ainda que superficialmente o fato de alguém morrer.
E a falta que faz quando alguém querido morre.
Uma vez em campinas,quando a Pollyanna nasceu,
eu estava deitada no sofá,
era a casinha dos fundos, da casa da Tia Ana Maria,
onde a Fanny e o Thieres moravam, eu fiquei pensando
na minha querida Eni.
Ao mesmo tempo que eu chorava quetinha, sentindo a falta dela,
eu também a sentia presente.
E ela estava...
Assim como hoje.
Ao acordar, num primeiro momento, eu sabia que havia tido um sonho.
Mas eu não recordava com o que havia sonhado.
Então eu permaneci na cama por alguns minutos...e me recordei.
Agradeci pela oportunidade de ter tido ela presente no meu sonho.
A guardarei no meu coração.
E sempre que ela quiser ela será bem vinda nos meus sonhos.
Porque sonhar, é acordar-se para dentro.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A lua que eu te dei.
Posso te falar dos sonhos
Das flores
De como a cidade mudou
Posso te falar do medo
Do meu desejo, do meu amor
Posso falar da tarde que cai
E aos poucos deixa ver
No céu a Lua
Que um dia eu te dei
Gosto de fechar os olhos
Fugir no tempo
De me perder
Posso até perder a hora
Mas sei
Que já passou das seis
Sei que não há no mundo
Quem possa te dizer
Que não é tua
A Lua que eu te dei
Pra brilhar
Por onde você for
Me queira bem
Durma bem
Meu Amor...
(Hebert Vianna)
Das flores
De como a cidade mudou
Posso te falar do medo
Do meu desejo, do meu amor
Posso falar da tarde que cai
E aos poucos deixa ver
No céu a Lua
Que um dia eu te dei
Gosto de fechar os olhos
Fugir no tempo
De me perder
Posso até perder a hora
Mas sei
Que já passou das seis
Sei que não há no mundo
Quem possa te dizer
Que não é tua
A Lua que eu te dei
Pra brilhar
Por onde você for
Me queira bem
Durma bem
Meu Amor...
(Hebert Vianna)
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Júpiter
Se eu pudesse veria Júpiter novamente hoje.
Tão lindo e brilhante, que meu pensamento não estava em mais nenhum outro lugar,
a não ser ali, naquele momento, onde eu ganhei de presente um pedacinho do infinito...
Tão lindo e brilhante, que meu pensamento não estava em mais nenhum outro lugar,
a não ser ali, naquele momento, onde eu ganhei de presente um pedacinho do infinito...
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